Curiosidades
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A Doença de Chagas ou Mal Chagássico também conhecida por Tripanossomíase americana, normalmente é transmitida através das fezes do barbeiro (Triatoma infestans, Panstrongylus megistus Triatoma pseudomaculata e etc) quando este inseto hematófago suga o sangue de um indivíduo, pois, o sangue provoca uma diarréia e então ele defeca no local, assim que passa o efeito anestésico da saliva, inconsientemente a pessoa coça e ocorre a mistura das fezes infestadas de Trypanosoma cruzi e estes caem na corrente sanguínea, indo para órgãos como coração , intestino grosso e até algumas estruturas como o esôfago, nos fibroblastos ou endotelios, parede do útero e etc.
Na Doença chamada aguda, o indivíduo se alimenta de açai, buriti, bacaba ou caldo de cana principalmente sem os devidos procedimentos de higiene e pasteurização, porvocando a entrada do T. cruzi até o estômago complexo oftalmo-ganglionar nas palpebras, conhecido como sinal de romaña, outros problemas clínicos descritos pela literatura médica: febre de 37,5ºC até 38 ºC, *hepatomegalia, diarreia, cefaléias e *mialgias, bem como *cardiomegalias como na forma crônica entre outros, podendo ser fatal se não tratada corretamente.
Devemos lembrar da transmissão vertical, da mamãe para o bebê (via côngenita), sendo a maioria assintomática e nos casos de maior gravidade natimortos.
Legenda: hepatomegalia: inchaço do fígado (hipertrofia), provocando um crescimento exagerado sô.
mialgias: dores musculares.
cardiomegalias: pode ser cardiopatia chagássica (destruição das fibras musculares) ou cardiomegalia (crescimento do coração).
referência bibliográfica: manual de saude do MS.
by bolha
flws pessoal abraço a todos
: E. coli enterohemorrágica redireciona aqui, embora este termo pode ser aplicado a outras cepas de E. coli.
coli. coli O157: H7 é uma estirpe entero da bactéria Escherichia coli e uma causa de doenças transmitidas por alimentos. Infecção leva muitas vezes a diarréia hemorrágica e, ocasionalmente, a insuficiência renal, especialmente em crianças jovens e idosos. A maioria das doenças tem sido associada com leite comer cozida, carne moída contaminada, bebendo unpasteurized, nadar ou beber água contaminada, e comer verduras contaminadas.
Bacteriologia
Sorotipo E. coli O157:H7 é uma bactéria Gram-negativas em forma de bastão. O S no nome se refere o número antígeno somático, enquanto o H refere-se ao antígeno flagelos. outros sorotipos pode causar (geralmente menos grave) a doença, mas apenas aqueles com o O157 específicos: H7 combinação são revistos aqui. Outras bactérias podem ser classificadas por K ou antígenos capsulares. (Os stands para Hauch O ohne; para Hauch H e K para Kapsel. Veja esquema de Kauffmann-White, na Wikipédia alemã. ) Esta é uma das centenas de sorotipos da bactéria Escherichia coli. Enquanto a maioria das cepas são inofensivos e normalmente encontrada no intestino dos mamíferos, esta cepa pode produzir toxinas Shiga-like, causar uma doença grave, e é um membro de uma classe de E. coli patogênica conhecida como Escherichia coli entero ou EHEC. Às vezes também referida pela sua capacidade de produzir a toxina, produzindo Verocytotoxin E. coli (VTEC) ou toxina Shiga-like produção de E. coli (STEC).
E. coli O157: H7 foi reconhecido como um patógeno como resultado de um surto de doença gastrointestinal incomum em 1982.O surto foi rastreado a hambúrgueres contaminados, ea doença foi semelhante ao de outros incidentes, nos Estados Unidos e do Japão. O agente etiológico da doença foi identificada como uma rara O157: Sorotipo H7 de Escherichia coli em 1983. O sorotipo só havia sido isolada antes, de um paciente doente, em 1975.
E. coli O157: H7 é muito diferente de outras E. coli patogênica, também. Em particular, a O157: Sorotipo H7 é negativo para invasão (teste de Sereny), segue pela E. coli pilus comum (ECP), não produz calor estável ou toxinas termolábil e não hemolíticas. Além disso, a E. coli O157: H7 é normalmente sorbitol negativas, enquanto 93% das E. coli sorbitol fermentar. E. coli O157: H7 também não tem a capacidade de hidrolisar 4-metil-β-D-glicuronídeo (MUG) e não crescem a 45 ° C na presença de 0,15% de sais biliares. Devido à característica deste último sorotipo não pode ser isolada usando métodos padrão de coliformes fecais que incluir incubação a 45 ° C.
E. coli O157:H7 sorotipos estão intimamente relacionados, descendem de um ancestral comum, divergente no conteúdo mais do que conteúdo cromossômico plasmídeo, e não estão mais relacionados com a toxina Shiga outras cepas produtoras do que qualquer outra escolhida aleatoriamente sorotipo E. coli. E. coli O55: H7 e E. coli O157: H7 são mais estreitamente relacionados e divergiram de um ancestral comum patogênicos que possuía a habilidade de formar e fixar effacing lesões. E. coli O157: H7 sorotipos aparentemente surgiu como resultado da transferência horizontal de genes de fatores de virulência.
Entre esses fatores de virulência são catalase periplasmic e toxinas Shiga-like. toxinas Shiga-like toxinas são de ferro cataliticamente regulamentado que inativam subunidades ribossômicas 60S de células eucarióticas bloqueio tradução do mRNA e causando a morte celular.
Toxinas Shiga-like são funcionalmente idênticas às toxinas produzidas por espécies de Shigella virulento.
Cepas de E.coli que expressam toxinas Shiga-like ganhou essa capacidade devido à infecção com uma prophage contendo a codificação estrutural para a toxina e cepas não produtoras podem ficar infectadas e produzem toxinas Shiga-like, após incubação com a toxina Shiga de amostras positivas. O responsável prophage parece ter infectado antepassados da estirpe recentemente, como partículas virais foram observadas para replicar no hospedeiro se sublinhe-se, de alguma forma (por exemplo, antibióticos).
Periplasmic A catalase é codificada no plasmídeo pO157 e acredita-se estar envolvido em virulência, fornecendo protecção adicional quando oxidativo infectar o hospedeiro.
Toxinas Shiga-like são funcionalmente idênticas às toxinas produzidas por espécies de Shigella virulento.
Cepas de E.coli que expressam toxinas Shiga-like ganhou essa capacidade devido à infecção com uma prophage contendo a codificação estrutural para a toxina e cepas não produtoras podem ficar infectadas e produzem toxinas Shiga-like, após incubação com a toxina Shiga de amostras positivas. O responsável prophage parece ter infectado antepassados da estirpe recentemente, como partículas virais foram observadas para replicar no hospedeiro se sublinhe-se, de alguma forma (por exemplo, antibióticos).
Periplasmic A catalase é codificada no plasmídeo pO157 e acredita-se estar envolvido em virulência, fornecendo protecção adicional quando oxidativo infectar o hospedeiro.
Transmissão
A principal fonte de infecção é cozida a carne moída, outras fontes incluem o consumo de leite não pasteurizado e suco, couve crua, alface e salame, e contato com animais vivos infectados.
Waterborne transmissão ocorre por meio de natação em lagos contaminados, piscinas, água potável ou tratada inadequadamente.O organismo é facilmente transmitido de pessoa para pessoa e tem sido difícil de controlar nos centros de criança de creche.
Waterborne transmissão ocorre por meio de natação em lagos contaminados, piscinas, água potável ou tratada inadequadamente.O organismo é facilmente transmitido de pessoa para pessoa e tem sido difícil de controlar nos centros de criança de creche.
E. coli O157: H7 é encontrado em fazendas de gado e pode viver no intestino do gado saudável. A toxina requer receptores altamente específicos na superfície das células, a fim de unir e entrar na célula, espécies como bovinos, porcos e veados, que não possuem esses receptores podem abrigar bactérias toxigênicas sem nenhum efeito doente, derramando-lhes em suas fezes, a partir do qual pode ser transmitida aos seres humanos. Flesh podem ser contaminados durante o abate e desmancha, e os organismos podem ser misturados em carne quando é motivo para hambúrguer. As bactérias presentes no úbere da vaca ou do equipamento pode entrar em leite cru. Embora o número de microrganismos necessários para causar a doença não é conhecido, é suspeito de ser muito pequeno.
Comer carne contaminada (especialmente carne moída) ou produto que não tenha sido cozida o suficiente para matar a E. coli O157: H7 pode causar infecção. alimentos contaminados olhar, olfato e gosto normal.
artigo extraido do site: onlinehome.fr/
flw pessoal
Essa bactéria meus caros é uma velha conhecida nossa, pertencente ao Domínio Eubactéria, ao Reino Monera, Filo Proteobactéria da Família Enterobacteriaceae, classificada como *Gram - Negativa, pode se comportar hora como *anaeróbica, hora como *aeróbica, possui flagelos, *pili e outras extruturas envoltorias da membrana plasmática. Vive em nossa luz intestinal, mais precisamente em nosso Intestino grosso (cólon) na mais perfeita simbiose, porém, pode migrar para o Trato genito-urinário humano e até causar meningite em récen-natos.
O que observamos atualmente são as mutações sofridas ao longo de milhares de anos, existem n variações desse microrganismo *procarioto, essa especificamente localizada na Europa está provocando insuficiências renais aguda em diversos pacientes que pode ser mais grave conforme a situação homeostática, hemodinâmica e fisiológica do paciente.
Devemos tomar muito cuidado com nossa higiene pessoal e com os alimentos, principalmente os embutidos, "verduras" e frutas, no mais não há motivos para pânico, devemos apenas alertar e observar o quadro epidemiologico mundial.
Legenda: gram: método de coloração (fucsina básica ou safranina) para diagnóstico laboratorial.
anaeróbica: não vive na presença de gás oxigênio.
aeróbica: vive na presença de gás oxigênio.
pili: estrutura utilizada para reprodução sexuada.
procarioto: não apresenta membrana nuclear (carioteca).
- lembrando ae os alunos de plantão....bactérias podem realizar reprodução assexuada ou sexuada ok sô.
procarioto: não apresenta membrana nuclear (carioteca).
- lembrando ae os alunos de plantão....bactérias podem realizar reprodução assexuada ou sexuada ok sô.
um abraço do bolha
By bolha.
Conhecido no meio químico e bioquímico como Triacil-glicerol, pode ser formado por um glicerol, que pode ser o propanotriol, ligado a três ácidos graxos, como o éster do ácido palmítico,um ácido oléico e um ácido alfa linoleico, ou outros lipídios conhecidos pela alcunha de "gordura pesada", normalmente armazenados nas células de gordura (adipócitos) nos mamíferos bem como nos vegetais, constituindo uma eficiente reserva energética para o metabolismo, principalmente na falta dos glicídios (carboidratos) a glicose e frutose (respiração celular).
Este composto, se infiltra silenciosamente e adere entre as camadas endoteliais das artérias (tunica intima e tunica média), formando uma placa ateromática, levando a Aterosclerose que é um processo crônico, após a ação do Sistema Imunitário com o ataque de células fagocitárias, chamadas de células espumantes, devido a gde quantidade de gordura englobada, mediadores químicos (Proteina Quinase, citocinas, histamina e etc), linfócitos entre outros componentes, qualquer alteração física, química ou biológica como aumento da pressão, stress, tabagismo entre outros, provoca o rompimento (agora agutisado) do tecido da artéria e então toda essa massa de gordura, células de defesa, plaquetas, bem como coágulos formados, entope parcial ou total a luz da artéria (lumen), levando à um infarto agudo do miocárido (IAM) ou um AVCI (isquemia cerebral).
by Bolha
flw abraço
Sistema imunológico" artificial vai criar chips tolerantes a falhas
Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/10/2008

Ilustração para demonstrar o conceito bio-inspirado do sistema imunológico artificial.[Imagem: Univ.York]
Pesquisadores ingleses estão se inspirando no funcionamento do sistema imunológico humano para construir chips capazes de se autodiagnosticar e corrigir suas próprias falhas sem a necessidade de qualquer intervenção externa.
Batizado de Sabre - Self-healing cellular Architectures for Biologically-inspired highly Reliable Electronic systems: Arquiteturas celulares autocurativas para sistemas eletrônicos de alta confiabilidade biologicamente inspirados - o projeto está sendo conduzido por especialistas de quatro universidades.
Sistemas eletrônicos de alta confiabilidade
Apesar da alta confiabilidade alcançada pela indústria eletrônica atual, com um número mínimo de relatos de falhas de sistemas ocasionadas por defeitos no hardware, a disseminação dos sistemas eletrônicos está exigindo cuidados adicionais com equipamentos que lidam diretamente com a vida humana, entre os quais os sistemas embarcados em aviões, carros e prédios.
Nestes casos, uma falha quase nunca dará tempo para que os engenheiros possam diagnosticá-la e corrigi-la antes que ela cause danos muito sérios. O ideal, nessas condições, é que o próprio hardware detecte a falha e tome medidas para que o equipamento funcione adequadamente mesmo sem a parte que apresentou defeito.
Sistema imunológico artificial
Estudando como o sistema imunológico humano funciona, os pesquisadores estão construindo uma estrutura de "células" capazes de funcionar de maneira integrada e coordenada para defender a integridade do sistema e garantir que os programas possam rodar sem falhas. Eles estão criando um verdadeiro sistema imunológico artificial inteiramente eletrônico.
Sistemas tolerantes a falhas
Já existem sistemas tolerantes a falhas no mercado, mas todos funcionam pela duplicação de todo o sistema ou de uma parte dele. Quando ocorre uma falha, o sistema muda para o backup ou passa a rodar de forma simplificada em um subsistema menor.
"Entretanto, os organismos vivos altamente complexos, como o corpo humano, são capazes de lidar com defeitos em um nível muito mais baixo, no nível das células, defendendo todo o sistema por meio do reparo das células, mantendo desta forma a funcionalidade normal," explica o Dr. Tony Pipe, um dos coordenadores da pesquisa.
"O corpo humano é tanto confiável quanto complexo. É esta capacidade que nós queremos replicar nos sistemas eletrônicos. Estudando a estrutura multicelular dos organismos vivos e seus sistemas imunológicos protetores nós esperamos ser capazes de projetar arquiteturas 'tipo natural' tolerantes a falhas para sistema eletrônicos. Esta pesquisa tem o potencial para influenciar a forma como os sistemas eletrônicos complexos serão projetados no futuro, criando uma nova geração de sistemas eletrônicos que serão tolerantes a falhas e autocurativos," conclui o pesquisador.
Com previsão para durar três anos, o projeto Sabre pretende criar uma nova plataforma que poderá ser utilizada em aviões, sistemas de frenagens antitravamento de veículos, robôs espaciais e satélites artificiais, assim como no controle de processos industriais e nos sistemas de desligamento automático
artigo extraído do site: inovação tecnológica.
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Este é um mecanismo criado pelos seres vivos multicelulares (pluricelulares), que tem por objetivo a manutenção da homeostasia, ou seja, o perfeito equilibrio do organismo, onde a cromatina é fragmentada facilitando a ação dos macrófagos (células fagocitárias). Ao contrário da necrose, na Apoptose, não existe um processo inflamatório, portanto não há a interferência do Sistema Imunitário (Imunológico), pelos linfócitos T, que surgem após o amadurecimento dos Timócitos e as células e organóides celulares não incham (edema) e nem extravaza líquido celular e íons Na e Ca principalmente como no processo necrótico. Essa morte celular programada, também ocorre durante a formação do Sistema Nervoso, onde milhares de neurônios são destruidos para a construção dos órgãos e estruturas do S.N. Em nossa pele, os queratinócitos (células que produzem queratina) são substituídos diariamente, formando a camada de célula morta a Epiderme.
Recentemente, biólogos conseguiram compreender de que maneira o processo de Apoptose é "gerenciado" e controlado pelo DNA. Problemas nesse processo pode provocar alguns tipos de Câncer, Mal de Alzheimer e algumas artrítes.
Um exemplo de Apoptose que ocorre nos anfíbios anuros (sem cauda) é a destruição da cauda dos girinos, provocada pela ação dos lisossomos liberados e este processo é responsável pela forma corporal do indivíduo adulto como os sapos, pererecas e rãs.
By Bolha.
Referências: Fisiologia Médica do Ganong e site da Dra. Shirley.
Migração dos caranguejos em Cuba
dom, 24/04/11
por editor
ategoria Domingão Aventura, João Paulo Krajewski
tags Caranguejos, Cuba
O Domingão Aventura mostrou a migração de caranguejos em Cuba. João Paulo Krajewski contou que os animais da região da Baía dos Porcos mudam da floresta para as praias no período das chuvas entre março e abril.
O biólogo disse que os caranguejos fazem este trajeto há anos e o maior desafio atual é que eles precisam passar pelos obstáculos construídos pelo homem. Isso se deve à urbanização do local.
João Paulo visitou a Baía para fazer as imagens e Faustão perguntou se ele experimentou a carne do caranguejo cubano. O biólogo disse que essa espécie é tóxica e que não pode ser ingerida.
dom, 24/04/11
por editor
ategoria Domingão Aventura, João Paulo Krajewski
tags Caranguejos, Cuba
O Domingão Aventura mostrou a migração de caranguejos em Cuba. João Paulo Krajewski contou que os animais da região da Baía dos Porcos mudam da floresta para as praias no período das chuvas entre março e abril.
O biólogo disse que os caranguejos fazem este trajeto há anos e o maior desafio atual é que eles precisam passar pelos obstáculos construídos pelo homem. Isso se deve à urbanização do local.
João Paulo visitou a Baía para fazer as imagens e Faustão perguntou se ele experimentou a carne do caranguejo cubano. O biólogo disse que essa espécie é tóxica e que não pode ser ingerida.
Esses alimentos são verdadeiras delicias, cada um mais saboroso que o outro, linguiças, paios, mortadelas, presuntos, carnes bovinas, de aves, peixes e ate mesmo o molho sabor churrasco (barbecue)... Existem vários vilões químicos, pertencentes ao grupo dos HPC, os hidrocarbonetos poli ciclicos, aqueles que possui o anel benzenico (eu este ano, peguei aulas de química está sendo ótimo para relembrar velhos conceitos e suplementar meus conhecimentos).
Além de serem encontrados no alcatrão do fumo, algumas dessas substâncias tóxicas são encontradas nesses alimentos defumados, já que no processo de defumação, usa se a queima de madeira ou carvão.
Vejamos alguns desses hidrocarbonetos tóxicos ao ser humano: benzo[a]pireno, fluoranteno, benzo[g,h,i]perileno, benzo[a]antraceno e criseno, esses os mais comuns e inclusive são encontrados nos cigarros e charutos.
A ingestão prolongada desses hidrocarbonetos pode provocar vários problemas gástricos e até mesmo muitos tipos de câncer ao longo do tubo digestório.
É bom que se faça o consumo moderadamente, sem exageiros meus caros.
By Bolha com suporte técnico do livro Gastroenterologia cirurgica.
Além de serem encontrados no alcatrão do fumo, algumas dessas substâncias tóxicas são encontradas nesses alimentos defumados, já que no processo de defumação, usa se a queima de madeira ou carvão.
Vejamos alguns desses hidrocarbonetos tóxicos ao ser humano: benzo[a]pireno, fluoranteno, benzo[g,h,i]perileno, benzo[a]antraceno e criseno, esses os mais comuns e inclusive são encontrados nos cigarros e charutos.
A ingestão prolongada desses hidrocarbonetos pode provocar vários problemas gástricos e até mesmo muitos tipos de câncer ao longo do tubo digestório.
É bom que se faça o consumo moderadamente, sem exageiros meus caros.
By Bolha com suporte técnico do livro Gastroenterologia cirurgica.
Aquela velha história de que chazinhos caseiros não fazem mal é pura mentira!!! As plantas produzem diveresos princípios ativos, as substâncias denominadas fitoterapicas, como: alcalóides, terpenóides, taninos, antraquinonas, flavonóides e muitos outros, boa parte deles, tem propriedades compravadas cientificamente, mas alguns em dosagens altas ou até mesmo de ação mais agressiva ao organismo como os alcalóides, podem provocar problemas sérios de saúde, alterando o metabolismo de hormônios, enzimas e proteínas carreadoras e até mesmo uma grave intoxicação, devido a sua alta toxicidade.
A grande questão é extrair esses fitoterapicos, normalmente as formas utilizadas são erradas ou de pouca eficiência, pois, a maioria das vezes é utilizado água fervida, vinho ou pinga e ingeridas nas formas de chás ou garrafadas.
Devemos lembrar que alguns medicamentos (farmácos) são produzidos por industrias farmaco-químicas e são extraídos de plantas, inclusive retiradas de nossas florestas e levadas por supostos pesquisadores de outros países que nos visitam com a desculpa de apenas dar uma "olhadinha", conhecer a nossa biodiversidade e etc (it's my life). Outro detalhe é que o medicamento que faz bem para mim, pode não ter o mesmo efeito para meu amigo ou parente, pois, nossa constituição genética é particular em cada indivíduo, portanto minhas células podem nem mesmo "absorver"ou até processar o medicamento.
By bolha
flws pessoal abraço a todos.
A Síndrome de Marfan é uma doença do tecido conjuntivo descrita por um pediatra francês, Antoine Bernard-Jean Marfan, em 1896. Com este primeiro relato e outros subseqüentes, ficou estabelecido que se tratava de uma doença genética com transmissão autossômica dominante, com expressividade variável intra e inter familial, sem predileção por raça ou sexo, que mostra uma prevalência de 1/10.000 indivíduos. Aproximadamente 30% dos casos são esporádicos e o restante familiar.
Em outras palavras, sabemos que a doença é genética porque podem existir várias pessoas afetadas na família e denomina-se autossômica dominante porque apenas uma mutação em um dos alelos é necessária para ocorrerem as manifestações clínicas. Todos nós temos 46 cromossomos (o conjunto de material genético), ou seja, 23 pares de cromossomos, um herdado da mãe e o outro do pai. Esses pares de cromossomos são iguais e os genes ocupam sempre o mesmo lugar em ambos. Cada gene que ocupa o mesmo lugar é chamado de alelo. Assim, uma mutação (alteração no código genético) em apenas um dos alelos é necessária para observarmos as características clínicas em uma doença autossômica dominante. Esta mutação pode ter sido herdada, e então ou o pai ou a mãe deve ter manifestações clínicas também, ou ter acontecido pela primeira vez, à qual chamamos de mutação nova. Uma vez portador da mutação e das características clínicas a chance de transmiti-la para os filhos é de 50%.
A Síndrome de Marfan tem um quadro clínico muito variado observado em uma mesma família e em famílias diferentes. A este fato chamamos de expressividade variável e ele é importante porque nem sempre um indivíduo afetado tem todas as características clínicas. Por isso é necessário examinar cuidadosamente os pais e os familiares próximos. Da mesma forma que um indivíduo discretamente afetado pode vir a ter um filho muito acometido, ou vice-versa.
As principais manifestações clínicas da doença concentram-se em três sistemas principais: o esquelético, caracterizado por estatura elevada, escoliose, braços e mãos alongadas e deformidade torácica; o cardíaco, caracterizado por *prolapso de válvula mitral e dilatação da aorta; e o ocular, caracterizado por miopia e luxação do cristalino. A essa possibilidade de atingir órgãos tão diferentes denomina-se pleiotropia.
Sabendo que um determinado gene seria o responsável por estas manifestações clínicas e que um gene sempre comanda a fabricação de uma proteína, os pesquisadores se concentraram em descobrir que proteína seria comum aos ossos, olhos e coração, e no final dos anos 80 descobriram a existência de uma proteína chamada fibrilina, que faz parte do tecido de sustentação dos órgãos. Ela está presente em grande quantidade nos ligamentos que unem os ossos nas articulações e seguram as lentes dos olhos, chamadas de cristalino, assim como na camada interna das artérias, principalmente da maior artéria do corpo humano, chamada de aorta.
Entre pessoas famosas, acredita-se que tinham a síndrome Júlio César, Charles de Gaulle, Sergei Rachmaninoff, Maria I da Escócia, Abraham Lincoln, o violinista Niccolò Paganini e possivelmente Charles Maurice de Talleyrand. Um livro recente sugere que o faraó egípcio Amenófis IV (Akhenaton) pode ter tido esta condição. Alega-se que a colunista política norte-americana Ann Coulter sofre da Síndrome de Marfan. Rumores dizem que Osama bin Laden também tem a Síndrome. [1] [2]
O astro do vôlei Flo Hyman, conhecido por ter Marfan, e o compositor de musicais Jonathan Larson, que acredita-se que também tinha a Síndrome, morreram de dissecção de aorta. O ator Brent Collins, da série de televisão Another World, era um anão com Síndrome de Marfan; aos 46 anos de idade, ele teve um repentino crescimento, o que o levou à morte. O ator Vincent Schiavelli possuía a Síndrome de Marfan, e era um membro honorário da National Marfan Foundation [3].
No Brasil, já existe a Fundação Marfan Brasil [4] que tem ajudado no avanço das pesquisas sobre a Síndrome de Marfan.
extraído do site da fundação Marfan do Brasil.
legenda: * prolapso da valva aortica: as válvulas se tornam um "balão", impedindo o mecanismo de abrir e fechar, provcando refluxo.
flws abraço do bolha
São elementos químcos conhecidos, aqueles que encontramos na tabela periódica durante os estudos do ensino básico. Esses fármacos radioativos, são utilizados em certos tipos de exames de diagnósticos não invasivos, geralmente são usados como contrastes na medicina radiológica, pois, dependendo de que local se deseja chegar do corpo, eles irão diretamente para as áreas alvo, sem perambular por outras estruturas e normalmente não ofrerecem riscos, a não ser, se houver casos de alergia ao elemento químico em questão. Podem também ser usados no tratamento de certas doenças como: câncer de útero, onde é colocada pequenas doses do radiofármaco em contato direto com a estrutura biológica o processo é conhecido por braquiterapia, ou ainda implantados diretamente no órgão como é o caso da próstata.
O Cobalto 60 é usado no combate de alguns tumores, é colocado a uma distância segura do tumor a chamada teleterapia.
Vejamos alguns exemplos desses radiofármacos: Iodo 131, tecnécio 99m, Tálio 201, Cobalto 60, Gálio 67, Xe 133, Cripton 81, e muitos outros.
By bolha
flws pessoal abraço do bolha
No Japão, tivemos o vazamento principalmente de vapor de iodo radioativo, sabemos que nossa glândula tireóidea, utiliza o iodo para a produção do hormônio T4 (tetraiodotironina ou tiroxina), podendo provocar câncer de tireóide, nosso organismo não captura iodo da atmosfera, mas se ingerirmos alimentos ou água contaminados certamente ocorrerá absorção do mesmo por parte de nossas células, já vi alguns médicos ae dizerem que não há risco, muito cuidado com esse: "não há risco" o material radioativo costuma provocar "quebras" nas sequencias do DNA, consequentemente haverá as chamadas mutações, durante a Transcrição, o mRNA terá suas sequencias de bases nitrogenadas modificada, portanto temos uma proteina diferente sendo sintetizada, cuja função não é conhecida pelo organismo e ainda, os gens mutantes serão passados às gerações futuras.
By bolha
flws abraço do Bolha
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